O documentário “José e Pilar”, de Miguel Gonçalves Mendes, um retrato intimista da relação entre o escritor e Nobel da Literatura e a sua companheira Pilar del Río, não está entre os finalistas seleccionados para a nomeação ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.
A banda formada em 2002 e encabeçada por Manel Cruz (acompanhado pelo guitarrista Ruca Lacerda, o teclista Eurico Amorim, o baixista Miguel Ramos e o baterista Francisco Fonseca) vai lançar o seu primeiro álbum em Março.
Cinema, fotografia, teatro, dança, design e artes plásticas. Criadores de todas as áreas terão bases de trabalho na cidade-berço depois da CEC
O ator Jude Law está incluído entre as 37 pessoas que irão receber uma indemnização no caso das escutas do jornal News of The World.Os detalhes dos acordos foram lidos no Tribunal Superior em Londres e incluem, além de outras figuras públicas, os respetivos colaboradores que terão também apresentado queixa.
As escutas a Jude Law, cujo telemóvel esteve sob escuta entre 2003 e 2006, deram origem a vários artigos sobre a sua vida amorosa. O ator que confessou estar «horrorizado» com os detalhes apurados durante todo o inquérito policial, vai receber 156 mil euros de indemnização, enquanto a ex-mulher Sadie Frost, receberá 60 mil.
Outras vítimas incluem os ex-ministros trabalhistas Chris Bryant, Tessa Jowell e Denis MacShane, o futebolista Ashley Cole, a atriz Sadie Frost, a ex-modelo Abi Titmuss, o antigo militar James Hewitt, a apresentadora de televisão Ulrika Jonsson, entre outros.
Das 60 ações judiciais iniciais, 36 concluem com este veredicto de indemnizações que variam entre as 36 mil euros e os 156 mil euros, mais os custos judiciais. No total, a News International, proprietária do jornal News of The World, terá de desembolsar mais de 774 mil euros.
O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do site Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo. Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.
Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.
O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.
Academia divulgou lista dos nove filmes pré-seleccionados à nomeação de Melhor Filme Estrangeiro
O documentário “José e Pilar”, de Miguel Gonçalves Mendes, um retrato intimista da relação entre o escritor e Nobel da Literatura e a sua companheira Pilar del Río, não está entre os finalistas seleccionados para a nomeação ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.
O filme, co-produzido pelos realizadores brasileiro Fernando Meirelles e espanhol Pedro Almodóvar, membros da Academia Americana de Artes e Ciências Cinematográficas, tinha sido o escolhido para representar Portugal nos cobiçados prémios de Hollywood, não tendo obtido o número de votos necessários para passar à próxima ronda de avaliações e votações.
Na sua página do Facebook, Miguel Gonçalves Mendes reagiu à notícia: “Fizemos o possível e o impossível, mas não conseguimos. Obrigado a todos pelo apoio e agora... agora é seguir em frente”.
Esta quarta-feira, a Academia divulgou uma lista de nove filmes, escolhidos entre os 63 candidatos iniciais, que serão agora submetidos a novo escrutínio. No final, concorrerão ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro apenas cinco filmes, que serão anunciados no próximo dia 24, juntamente com as outras nomeações.
Entre os filmes escolhidos pelos membros da Academia, está o filme "Uma Separação", do iraniano Asghar Farhadi, que venceu este fim-de-semana o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, e anteriormente já tinha arrecadado os galardões da mesma categoria da crítica nova-iorquina, assim como nos Critics' Choice Award.
O documentário de Wim Wenders sobre a bailarina e coreógrafa Pina Bausch, "Pina", “Bullhead”, do belga Michael R. Roskam, e “Monsieur Lazhar”, do canadiano Philippe Falardeau, “Footnote”, de Joseph Cedar (Israel), “In Darkness”, de Agnieszka Holland (Polónia), “Omar Killed Me”, de Roschdy Zem (Marrocos), “Superclásico”, de Ole Christian Madsen (Dinamarca), e “Warriors of the Rainbow: Seediq Bale”, de Wei Te-sheng (Taiwan), são os outros candidatos.
Apesar de o filme português já ter sido afastado da corrida aos Óscares, o fado de Camané “Já não estar”, especialmente gravado para "José e Pilar" ainda é um candidato à nomeação para melhor canção original.
“Já não estar”, com letra de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco, surge numa lista de 39 músicas pré-seleccionadas, competindo com nomes conhecidos da música internacional como Sinead O’Connor, Elton John, Lady Gaga, Robbie Williams, Pink, Mary J. Blige ou o brasileiro Carlinhos Brown.
A entrega dos Óscares está marcada para o dia 26 de Fevereiro de 2012 no Kodak Theatre, em Los Angeles.
Se a 1 de Janeiro comemoramos o início do novo ano, a 21 de Janeiro celebra-se a chegada do novo ano cultural.
Em 2012 Guimarães é a Capital Europeia da Cultura e as Manhãs da Renascença assinalaram este acontecimento com uma emissão ao vivo esta sexta-feira, 20 de Janeiro, onde todos os noticiários serão também em directo desta cidade.O convite era para acordar com o Paulino e a Isabel em directo de Guimarães (das 7h às 10h), eles contaram-lhe tudo o que se vai passar na Capital da Cultura durante este ano, os sítios que deve visitar, os acontecimentos que não pode perder, as iniciativas em que pode e deve participar e muito mais.
À conversa com João Serra, Presidente da Fundação Cidade de Guimarães, e com António Magalhães, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, a Isabel e o Paulino quiseram perceber como vai ser este ano em que a cultura vai estar em destaque na cidade de Guimarães. Conheça a programação prevista para 2012 e, quem sabe, comece já a planear uma visita à Capital Europeia da Cultura. Da gastronomia ao artesanato, da música à moda, este é o ano para sermos todos vimaranenses!
Sexta-feira, 20 de Janeiro, as Manhãs da Renascença foram em directo da Câmara Municipal de Guimarães.
Vem aí um ano cheio de cultura!
Aconteceu o que há muito era esperado. A Kodak, empresa que tornou a fotografia num fenómeno de massas há mais de cem anos, apresentou hoje um pedido de falência voluntária perante um tribunal de Nova Iorque.
Com este passo, a Kodak pretende reforçar a liquidez nos Estados Unidos e no exterior, rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica e resolver a situação dos passivos, concentrando-se nos negócios mais competitivos. Um último esforço para se salvar.
Fundada em 1888 e com sede em Rochester (Nova Iorque), este não parecia um cenário possível para a mesma Kodak que durante anos dominou o mercado nas áreas da fotografia e do cinema. Os tempos mudaram. Quando George Eastman - jovem modesto que começara a trabalhar aos 14 anos para cuidar da mãe, viúva, e de duas irmãs - se interessou pela fotografia, desbravando um caminho onde foi pioneiro, as pessoas renderam-se a uma novidade que lhes transformou os "retratos" numa coisa fácil e acessível.
Digital nunca foi capitalizado
"Você aperta o botão, nós fazemos o resto" foi o slogan criado pelo próprio fundador e, de facto, a essência de um negócio que floresceu anos a fio, ditando as regras. Os problemas começaram na década de 1980, quando os filmes fotográficos da Kodak começaram a perder terreno face à concorrência estrangeira, tendo a empresa de lidar logo em seguida com o aparecimento da fotografia digital (Kodak foi a inventora da máquina digital mas nunca capitalizou essa nova tecnologia) e dos smartphones.
Em busca de alternativas viáveis, a companhia voltou-se para os químicos, produtos de limpeza e equipamentos médicos, antes de finalmente se decidir pela exploração das impressoras comerciais, via em que se concentrou nos últimos cinco anos, embora sem o sucesso economicamente necessário para retirar a empresa de aflições.
Ao escolher tentar vingar num mercado saturado e difícil de romper, a Kodak caminhou de prejuízo em prejuízo até lhe sobrar um grande problema final, sobretudo depois de em 2011 a estratégia de negociar patentes e licenças ter deixado de garantir a entrada de dinheiro.
De nada serviu tentar a venda das suas patentes digitais em agosto passado. Os potenciais compradores adivinhavam um pedido de insolvência e, assim sendo, preferiram esperar para ver.
Futuro incerto
No documento divulgado na página de Internet da Kodak, o CEO António Perez refere que o conselho de administração da empresa decidiu por unanimidade que este "é o passo necessário e a decisão mais acertada a fazer para o futuro da Kodak", ao justificar o recurso ao artigo 11 da lei norte-americana das falências.
A reestruturação pode vir a ser facilitada, até por ser previsível a redução dos custos com pensões e planos de saúde de aposentados.
A Kodak, que vale agora pouco mais de 90 milhões de euros, quando em 2004, estava valorizada em mais de 23 mil milhões de euros, vivia desde o início do ano sob a ameaça de expulsão de Wall Street, por parte do operador da Bolsa de Nova Iorque, o New York Stock Exchange, que tinha dado à empresa seis meses para recuperar a cotação das suas ações. Para as 19 mil pessoas que a companhia emprega, o futuro é incerto.
A banda formada em 2002 e encabeçada por Manel Cruz (acompanhado pelo guitarrista Ruca Lacerda, o teclista Eurico Amorim, o baixista Miguel Ramos e o baterista Francisco Fonseca) vai lançar o seu primeiro álbum em Março. O processo de gravação de Nada é Possível teve início em 2006, numa pequena casa de campo em Vale de Cambra, passando desde aí por outros estúdios. Novas canções foram aparecendo, entre concertos, e as já compostas foram-se transfigurando, revelando o gosto pela constante experimentação. Quando acharam que o material estava consolidado, os Supernada convidaram Nuno Mendes para misturar as canções que tinham sobrevivido a todo o processo, chegando assim ao formato definitivo do disco de estreia, que antes de chegar às lojas poderá ser ouvido ao vivo num dos palcos do Vodafone Mexefest Porto, que decorre entre os dias 2 e 3 de Março. Nova estreia, Nova Estrela.
Os 50 anos da organização Amnistia Internacional serão assinalados em Fevereiro com a edição do álbum "Chimes of Freedom", que reúne mais de 70 canções de Bob Dylan reinterpretadas por outros artistas.
Este quádruplo álbum, que terá edição a 07 de Fevereiro - e na véspera em Portugal -, reúne 75 temas interpretados por nomes como Adele, Elvis Costello, Patti Smith, Sting, Pete Seeger, Diana Krall, Pete Townshend, Ziggy Marley e My Chemical Romance.O álbum, a editar pela Universal Music, apresenta, por exemplo, Ziggy Marley, filho de Bob Marley, a interpretar "Blowin' In The Wind", Seal e Jeff Beck juntos em "Like a Rolling Stone" e Carly Simon em "Just Like a Woman".
Destaque ainda para a presença de Pete Seeger, nome histórico da música folk de protesto dos Estados Unidos, com 92 anos, que interpreta "Forever Young" acompanhado de um coro de crianças, The Rivertown Kids.
Bob Dylan surge no fim do alinhamento do último disco a interpretar precisamente "Chimes Of Freedom".
Mark Knopfler, Miley Cyrus, Lenny Kravitz, Joan Baez, Kronos Quartet, Dave Matthews Band e Bryan Ferry são outros nomes da coletânea.
A Amnistia Internacional é uma organização não governamental, fundada no Reino Unido em 1961 e que se dedica a fazer cumprir e a denunciar a violação dos compromissos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Em 1977 a organização foi distinguida com o Prémio Nobel da Paz.
Em Portugal a secção da Amnistia Internacional foi criada em 1981.
A organização da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura quer tentar “contrariar a tendência” de emigração dando condições aos jovens para criarem cultura no concelho. “Queremos atrair ideias e conhecimento. Que os jovens percebam que não têm de emigrar para produzir valor para a sua cidade. As cidades portuguesas têm todas as condições para serem o futuro dos seus jovens.”, afirma o director executivo da CEC, Carlos Martins, na véspera da inauguração de um programa com mais de 600 espectáculos.
Para que isso aconteça, a CEC aposta na criação de “espaços de produção” cultural. O grande legado deste evento será a sua capacidade de “gerar valor criativo”, permitindo que as pessoas se tornem “cúmplices” na criação de cultura em vez de se limitarem a consumi-la como “espectadoras”.
Lisboa 94 foi importante na “aprendizagem de como uma cidade acolhe um evento destes e se internacionaliza a partir daí”. A Porto 2001 apresentou uma “excelente programação artística, de qualidade internacional, criou infra-estruturas como a Casa da Música e requalificou o espaço público”. Guimarães 2012 considera a requalificação urbana “relevante”, mas centra-se na “retenção de conhecimento e na atracção da qualificação”.
Aos criadores
Há várias unidades que permitirão alicerçar a criação em 2012 e depois do evento. À Plataforma de Produção Audiovisual, por exemplo, chegaram da CEC encomendas para a realização de 30 filmes. A expectativa é apoiá-la para que se transforme numa estrutura “com mais meios humanos e técnicos” destinados à produção cinematográfica.
Aquela Plataforma localiza-se num edifício transformado no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, que irá acolher algumas iniciativas da CEC e passará a funcionar como um espaço de apoio à criação. O CAAA é furto do trabalho de uma associação, com o mesmo nome, composta por artistas e autores ligados à região. Engloba laboratórios de criação digital e de fotografia, um espaço de ensaio para teatro e dança, uma galeria de arte, uma biblioteca.
Já a Plataforma das Artes contempla um centro de arte, ateliers de apoio à criatividade para jovens criadores e laboratórios para indústrias criativas. Será também implantado um Instituto de Design, um Centro Avançado de Formação Pós-Graduada e um Centro de Ciência Viva.
A antiga fábrica de lençóis ASA, em Covas, transformou-se por iniciativa privada num espaço de acolhimento de negócios. Este ano recebe também parte da programação da CEC, ao nível da arte e arquitectura, e no futuro poderá “vir a estar mais vocacionado para estas áreas”. “O tempo não é o do consumo e do entretenimento, é o da criação de valor. O fenómeno cultural é outro.”, justifica Carlos Martins.
Manter nível europeu
Ao longo de 2012, os olhos estão postos na cidade-berço. Quando as luzes do evento se apagarem e com elas a atenção mediática, importará garantir que “isto não é o fim”. Guimarães deixará de ser a ‘capital’ europeia da cultura, mas “tem de se manter como uma cidade europeia de cultura, continuar a ter notoriedade e internacionalizar competências”.
“O pior possível é o que o Porto fez depois. Criou um discurso negativo sobre si próprio, castigou a própria CEC e isso é grave. No pós- Porto 2001, quase só se falava mal da política de convites e do atraso das obras, quando até há outras capitais que inauguraram equipamentos no último dia.”, critica.
O director executivo da CEC considera que os públicos “têm de ser a maior pressão” de uma organização como esta. Em Guimarães, as pessoas “eram muito críticas e receosas e hoje estão entusiasmadas, há um interesse muito grande pelo que se passa e isso é uma energia vital para o projecto”. E mais do que encher o programa de grandes nomes, interessa envolver a população no processo, fazer com que “as pessoas que não vão a nada passem a ir”.
Centenas de vimaranenses em palco
O projecto “mais caro” da Guimarães 2012 realiza-se a 22 de Dezembro, um dia depois do encerramento. Trata-se de um espectáculo comunitário protagonizado por cerca de 300 vimaranenses. O objectivo é “fazer de pessoas não profissionais artistas de qualidade profissional” que entrarão em palco para uma performance “de nível muito elevado”, explica Carlos Martins. A preparação decorre “há quase dois anos” e envolve mais de 800 pessoas.
A cerimónia inaugural da Guimarães 2012 tem início às 18 horas de amanhã, no Multiusos de Guimarães. Fura dels Baus, Cristina Branco, Chico César e Rão Kyao são alguns dos artistas que animam o arranque do programa. Estão confirmadas as presenças de Cavaco Silva e do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.
Para uns, o original é que era bom.
Para outros, esta nova versão é muito melhor!
Os originais e os covers!
A partir de 16 de Janeiro, depois das 8h45, as Manhãs da Renascença oferecem-lhe:
Contra K!
Por aqui vão passar os maiores êxitos da música no original e nas novas versões!
Caetano Veloso já cantou Nirvana, Shakira já interpretou um tema dos AC/DC e Rita Guerra canta agora uma canção de Pedro Abrunhosa!
Tem ideia de qual foi, até hoje, a canção mais regravada do mundo? Segundo o Guiness, parece ter sido “Yesterday”, dos Beatles!
Venha descobrir as novas roupagens de músicas que tão bem conhece!
Sugira temas! Descubra as diferenças!
Envie as suas ideias para paulino.coelho@rr.pt ou isabel.pereira@rr.pt.
Esta terça-feira...
No Contra K esteve Easy. Um original dos Commodores, de Lionel Richie, cantado também mais tarde pelos Faith no More. Descubra tudo sobre esta música, oiça como foi.
É a primeira ação do género empreendida pela organização e poderá afetar 100 milhões de utilizadores. Esta quarta-feira, 18, a Wikipédia em inglês vai estar indisponível, juntando-se aos protestos contra uma proposta de lei anti-pirataria na Web, em debate nos EUA.