And then we went to Coimbra. Then we ate leitão on our way there. Then we had dinner. Then we made party with homeboy Nitronious and Coimbra based ones. Then we got to the Hotel. Then we party at the hotel. Then we had eggs and bacon for breakfast at the hotel. The next day everybody knew we had partied at the hotel. Then we ate lulas for lunch. Then we got to the talks. Then we heard people talk ‘bout food. Then we heard the based god of design talk about his sardines and golden medals, ‘cause, you know, he believes he’s design based god. And then the last talk started. Young Based Rare Stray represented the Jinx. Then Universal Music said that the Jinxies were kids that weren’t professional artists therefore we didn’t need to be makin’ money like their professional artists did. Young Based Stray got kind of mad but then he tried to tell the major what passion is. We think they didn’t understand, but everybody else did. Then we got home happy.
#pfc2012sim
Pensar Fora da Caixa
09.04.2012 em Eventos e ActividadesO Pensar Fora da Caixa é uma conferência no entanto, que nos desculpem os mais conservadores, não é uma conferência tradicional. Não temos convidados que vêm passar uma serie de lições para o público, mas sim motivar uma conversa, através de exemplos concretos e que é aberta a todos.
Designers, marketeers, gestores, fashionistas, trendsetters, empreendedores, jovens criativos, relações públicas, jornalistas, radialistas, agentes culturais, fãs ou simples curiosos: se te encaixas algures entre estes perfis, este evento é também teu.O evento decorre em Coimbra, nos dias 14 e 15 de Abril.
O Conservatório de Música de Coimbra recebeu a segunda edição do projeto Pensar Fora da Caixa (PFC), que pretendeu mais uma vez juntar público e comunidade artistíca nacional numa conversa em registo informal. Este ano a iniciativa afastou-se do formato inicial de conferência e organizou oito “conversas”, assim como atividades em paralelo, proporcionando às pessoas o encontro com a cidade.
O tema deste ano pretendia uma reflexão acerca do conceito de curadoria, presente em todos os momentos do quotidiano, nas mais diversas áreas. Desde os posters nas paragens de autocarro alusivas a uma marca de vestuário, aos artigos que lemos no jornal, tudo é selecionado com vista a responder à procura do público, e a aliciá-lo. Segundo os organizadores, torna-se imperativo dominar tais noções, numa altura em que todos atuam como curadores e selecionam os próprios conteúdos.
A arte de servir sem vergar
A avalanche de oferta de programas e produtos reforça cada vez mais a importância do curador na triagem, escolhendo divulgar os conteúdos com que, à partida, o público mais se identifica. A nível da cultura, o termo curador absorveu as funções do antigo comissário, responsável pela burocratização. Hoje em dia, pensar em curadoria é pensar em comunicação: implica saber falar ao público, estreitar laços com artistas, decidir sobre programação, formatos e ‘timing’ de divulgação, produção e negociação. “É fudamental que haja sintonia com o ritmo acelerado da criação de hoje”, explana a curadora da Gulbenkian, Lúcia Marques, no decorrer do segmento “O Desafio da Programação e da Curadoria”, que serviu de base ao tema desta edição. No entanto, a figura do curador retira valor às críticas culturais, impossibilitando a medição de temperatura do público - a sua recetividade.O diretor do suplemento P3 do jornal Público, Amílcar Correia, não deixou de apontar as deficiências da curadoria no jornalismo. Se por um lado, a procura de um certo conteúdo por parte do público é um fator fortemente influenciador da agenda mediática, por outro, não se pode descurar a firmação da marca própria do jornal. “Não podemos vergar completamente aos leitores”, afirma, lembrando inclusive que certos jornalistas culturais “vivem na periferia e caem no erro de achar que os conhecem”. O diretor aproveitou para sossegar a audiência, afirmando que não acredita na possibilidade de se vir a confirmar o fim da informação em papel. “Há pessoas habituadas ao jornal. Vão resistir se tiverem qualidade e não forem todos iguais”.
O papel das redes
A difusão da internet e, mais recentemente, o aparecimento das redes sociais só veio perpetuar ainda mais o papel das massas como influenciadoras diretas da oferta. Os gostos de milhões de pessoas podem ser acompanhados diariamente no Facebook, onde cada um “partilha as músicas e conteúdos de que gosta”, refere Gonçalo Castro da Antena 3, a respeito do segmento “A Nossa Revolução Passa na Rádio”. Castro continua, denunciando que nem sempre é possível incluir algo novo nas playlists e que a tendência é divulgar antes na plataforma online, a “ver se pega”. Também na área da moda, os criadores presentes consideram a presença das marcas em plataformas online primordiais. Segundo o dono da Por Vocação, Pedro Caride, “uma loja que hoje em dia não consiga criar conteúdo não tem razão de existir”. Os que não o fazem podem dar-se ao luxo, porque “é sua intenção manter a exclusividade”.Carolina Costa, estudante de design, considera iniciativas como esta pertinentes, principalmente para pessoas prestes a entrar no meio. “Conhecemos as experiências de quem já trabalha na área e como podemos intervir nos mais diversos ramos, como moda e gastronomia”. O estudante de som, Miguel Albuquerque, mostra-se igualmente satisfeito por ser possibilitado o contacto com pessoas empreendedoras, mesmo em tempo de crise. Exemplos encorajadores são o do criador Ricardo Andrez, que direcionou o seu negócio somente para o público masculino, Jorge Silva da empresa Silva!Designers e ainda Rui Quinta da empresa Fishing Ideas.
Inicialmente pensado por estudantes universitários como um trabalho académico, o PFC evoluiu para o que é hoje, face ao desejo de partilha-lo com o público. Em 2010, o evento recebeu trezentas pessoas em cada dia, sendo nesta edição esperadas mais cem. A adesão ficou àquem das expetativas, tendo havido em contrapartida uma forte afluência através do livestream, Facebook e twitter. Segundo um dos diretores criativos do evento, João Barros, não há ainda certeza da continuação do PFC.
Pensar Fora da Caixa: uma espécie de reportagem videográfica.Concordamos que escrever uma reportagem sobre um evento não é a forma mais criativa de o relatar, por isso, e ainda para mais num evento que se chama Pensar Fora da Caixa, decidimos fazer vários vídeos a relatar o que aconteceu em Coimbra durante os dias 13, 14 e 15 de Abril. Juntámo-nos com a Walk Talk (gente que domina as artes dos audiovisual) e construímos alguns vídeos que acreditamos mostrar de forma eficaz o que por lá aconteceu.
Para começar, o resumo dos dois dias de conferências:
Depois, uma breve entrevista com Akacorleone e Kruella d’Enfer, os responsáveis pela Residência de Criação Instantânea:
Falámos também com a Rita Branco, mentora do projecto Miolo. Uma publicação independente que adopta uma linguagem visual inspirada nas fanzines e que aborda diversos temas, sendo a primeira edição sobre música:
Conversámos também com Pedro Tavares (mais conhecido por Stray), um dos mentores da Monster Jinx, uma editora/colectivo artístico ligado a sonoridades alternativas relacionadas com o hip-hop e a música electrónica.
Por último, a entrevista a Rui Quinta, um dos mentores da toyno:
Podem também ver-se algumas fotografias do Pensar Fora da Caixa, aqui e aqui.
Este fim de semana no Conservatório de Música de Coimbra, vários oradores do universo criativo juntam-se num formato "open concept", que é o cruzamento de uma conferência com um festival e um evento de arte. Do design à moda, à música, ao futuro dos media ou à gastronomia. Ponto fulcral: a curadoria, numa época em que todos seleccionam os seus próprios conteúdos.
A segunda edição do Pensar Fora da Caixa está marcada para 14 e 15 de Abril, em Coimbra. Mais informações em pensarforadacaixa.org
O #pfc2012 é a segunda edição do Pensar Fora da Caixa, um evento sobre criatividade que acontece a 14 e 15 de Abril em Coimbra.
"Este ano dedicamo-nos à importância da curadoria numa altura em que todos seleccionam os seus próprios conteúdos. E o conceito da curadoria está presente em todos os momentos do nosso quotidiano: leva-nos a quem escolhe o que fica nas páginas dos jornais, a quem convida os artistas que compõem a programação de uma sala, a quem selecciona os alimentos que acabam na mesa de jantar."
"Vamos discutir design, moda, música, tecnologia, comunicação e tudo aquilo que faz parte das indústrias criativas. Mas cabe-nos também reflectir sobre o nosso papel enquanto organizadores de eventos, criadores de uma experiência única com o cruzamento de formatos e referências."
"Para além de um fim de semana de conversas informais com convidados nacionais e internacionais, há também uma série de festas com novos projectos musicais, uma exposição a que chamamos Residência de Criação Instantânea e um projecto editorial multiplataforma, que vai levar todo o evento a um público muito mais vasto, através de um livestream, podcasts, artigos, fotos e acompanhamento nas redes sociais."
Na minha opinião, penso que é importante promover este tipo de eventos. Não só pelo seu conceito diferente mas também por ser um evento inovador no que toca a arte, cultura e criatividade.
Vê aqui a entrevista com o João Barros, um dos organizadores do evento #pfdc2012.
Os bilhetes estão à venda em qualquer CTT Correios de Portugal.
Segue tudo no Facebook oficial do Pensar Fora da Caixa (powered by Samsung) e visita o programa no site oficial.XOXO
Rita
Para saber o que vai acontecer, ou o que aconteceu, na área da cultura e do lazer.
A conversa informal é o centro de todo o projecto: são 8 painéis temáticos, todos podem intervir
Uma conferência fora do comum, e que reúne um grande conjunto de pessoas das mais variadas áreas (seja em palco, seja na plateia). O objetivo, dizem eles, é o de criar uma conversa, entre todos.
O tema deste ano é a curadoria, e conta com um recheado programa. Música, Arte, Culinária, Moda e Design, são alguns dos tópicos abrangidos neste #pfcsim12, a decorrer já este fim de semana, 15 e 16 de Abril, na Casa da Música (Coimbra).
Author: Eurico | 12th April 2012 | Blog O #pfc2012sim começa amanhã: faz parte deste movimento criativo. Música, moda, design, media, marketing, gastronomia e arte. Este é o fim de semana. O #pfc2012sim traz de novo a Coimbra o Pensar Fora da Caixa, com convidados como Jorge Silva (Silva! Designers), André Macedo (director do Dinheiro Vivo), Amílcar Correia (director do P3), o modelo e criador Armando Cabral, Markus Ley (Roundsquare Collective), Florian Kaps (fundador da Impossible Project), Joaquim Albergaria (PAUS / Vodafone FM), Carla Simões (digital & business development da Universal Music Portugal), Tiago Pereira (A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria) ou Miguel Pires (do blog Mesa Marcada). São 8 conversas informais, 2 festas e uma Residência de Criação Instantânea Pepsi a acontecer agora. Os bilhetes estão disponíveis em todas as estações de correio e através dos CTT online. Encontra o programa completo em pensarforadacaixa.org e junta-te ao nosso Facebook e Twitter. Descobre a banda sonora do #pfc2012sim no Mixcloud. Mostra que vais ao evento através do Facebook, do Lanyrd e do Bling. O #pfc2012sim é um projecto potenciado pelo Movimento SIM da Samsung. Consulta o programa do evento em: http://colher.net/events/pensar-fora-da-caixa/
Coimbra recebe a 2ª edição do Pensar Fora da Caixa, um conjunto de conversas informais que decorrem sábado e domingo
Eles pensam fora da caixa. E vão explicar como10/04/2012 | 17:50 | Dinheiro VivoEm 2010, o PFC teve 300 pessoas/dia
D.R.João Barros tem 22 anos e estuda estudos artísticos. Com uma equipa de mais quatro pessoas organizou em 2011 e, pela primeira vez, o Pensar Fora da Caixa, um encontro de conversas sobre temas específicos.
O Pensar Fora da Caixa realiza este fim de semana a segunda edição: o tema central é a importância da curadoria numa altura em que cada um seleciona os seus próprios conteúdos.
A equipa é agora maior - das cinco pessoas que trabalham no projeto todo o ano, o grupo passa para cerca de 30 - e conta com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra, do Turismo e da Universidade.
"A ideia do Pensar Fora da Caixa nasceu para dar corpo a um trabalho académico. O resultado nunca foi apresentado em aula, mas deu-nos a ideia de criar um modelo de conferência diferente dos que já existiam", conta João Barros.
Na primeira edição o Pensar Fora da Caixa contou com 300 pessoas em cada dia do evento. Desta vez, há espaço para 396 pessoas em cada dia do encontro, que decorre sábado e domingo, em Coimbra. As conversas vão ser acompanhadas em direto através da página oficial no Facebook.
Mas o que é que o Pensar Fora da Caixa tem de diferente de outras iniciativas do género? "São uma conversa informal, mais do que uma apresentação", explica João. Na verdade, cada convidado tem a opção de fazer uma apresentação de até 15 minutos, mas nem todos optam por esta via.
Cada convidado faz parte de um painel que conta com um "Host" que, muitas vezes, é quem escolhe o painel que dirige. Dentro do tema principal, a organização pegou em várias áreas de interesse - arte, moda, jornalismo, entre outros - e vai debatê-los durante os dois dias.
A escolha de Coimbra como cidade cicerone nunca foi uma dúvida. "Pela centralidade geográfica, pela diversidade de público universitário que gravita na cidade e por querermos fazer parte da revolução na cidade, sermos responsáveis por trazer pessoas para Coimbra", esclarece João.
A participação custa 13€ (bilhete de um dia) ou 19€ (bilhete para dois dias). Os bilhetes podem ser comprados nos balcões ou no site dos CTT. Veja o programa do Pensar Fora da Caixa aqui.
Entre os dias 14 e 15 de abril, realiza-se a segunda edição do Pensar Fora da Caixa. O evento, este ano sobre a importância da curadoria, pretende inspirar os participantes, através de conversas informais com especialistas das indústrias criativas.
10/04/2012 | 15:13 | Dinheiro VivoO Pensar Fora da Caixa voltou. No evento sobre criatividade que acontece dias 15 e 16 em Coimbra vai discutir-se design, moda ou tecnologia
PENSAR FORA DA CAIXA
O #pfc2012 é a segunda edição do Pensar Fora da Caixa, um evento sobre criatividade que acontece a 14 e 15 de Abril em Coimbra. Este ano é dedicado à importância da curadoria numa altura em que todos seleccionam os seus próprios conteúdos.
E o conceito da curadoria está presente em todos os momentos do nosso quotidiano: leva-nos a quem escolhe o que fica nas páginas dos jornais, a quem convida os artistas que compõem a programação de uma sala, a quem selecciona os alimentos que acabam na mesa de jantar.
Vai-se discutir design, moda, música, tecnologia, comunicação e tudo aquilo que faz parte das indústrias criativas.
Para além de um fim de semana de conversas informais com convidados nacionais e internacionais, há também uma série de festas com novos projectos musicais, uma exposição chamada Residência de Criação Instantânea e um projecto editorial multiplataforma, que vai levar todo o evento a um público muito mais vasto, através de um livestream, podcasts, artigos, fotos e acompanhamento nas redes sociais.
Na primeira edição, o cenário foi o Pavilhão Centro de Portugal. Este ano as actividades estão espalhadas por Coimbra, cidade anfitriã, para que todos possam descobri-la.
#pfc2012/Pensar Fora da Caixa é O evento do ano.
Acontece já no próximo fim de semana na cidade de Coimbra e é sobre a criatividade e a importância da curadoria numa altura em que as pessoas seleccionam os seus próprios conteúdos livremente. Os assuntos são dos mais variados: moda, música, design, media, arquitectura etc.
Por André Forte 9 de Abril, 2012
É já no próximo fim-de-semana que o segundo Pensar Fora da Caixa, ou #pfc2012, toma de assalto as mentes de Coimbra, com vista a compreender melhor a cultura no século XXI e, claro, que importância tem a curadoria na mesma. O evento decorre entre os dias 14 e 15 de Abril. Os debates aconteceram todos no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, enquanto que os demais acontecimentos estarão espalhados um pouco por toda a cidade dos estudantes.
Para a música - e a curadoria não é pouco importante nesse aspecto, como se pode ver pelo palco ATP no Optimus Primavera Sound, ou pela troca de palcos entre as promotoras do Milhões de Festa e do SWR Barroselas Metalfest que houve em 2011 - o Pensar Fora da Caixa reservou três painéis, sendo um deles o principal "O Desafio da Programação e da Curadoria". Este painel junta, em conversa informal, Sérgio Hydalgo (programador da ZDB Muzique), Lúcia Marques (da fundação Calouste Gulbenkian), Manuel Henriques (Trienal de Arquitectura de Lisboa), um nome ainda por anunciar do Estaleiro de Vila do Conde e será moderado por João Vasconselos, do Canal180.
Haverá ainda uma conversa com Joaquim Albergaria (VodafoneFM, PAUS), moderada por Gonçalo Castro (Ant3na), sobre a temática "A Nossa Revolução Passa na Rádio", e outra exclusivamente dedicada a música, "Eu Ouvi Isto Primeiro", entre Pedro "Stray" Tavares (Monster Jinx), Carla Simões (Universal Music Portugal) e Tiago Pereira (A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria), a ser moderada por Emanuel Botelho (Sensible Soccers, Rádio Universidade de Coimbra).
A programação completa pode, e deve, ser consultada AQUI, ou, para os maníacos dos horários, AQUI. Além dos oito painéis, o Pensar Fora da Caixa vai expandir esta edição à acção e proporcionar dois convívios e uma Residência de Criação Instantânea encabeçada por dois street artists.
De sublinhar, ainda, que todos os painéis poderão ser acompanhados em livestream, para quem não tiver a possibilidade de estar em Coimbra durante o próximo fim-de-semana. Mais informações podem ser encontradas no site oficial do evento.
Canal 180, 29 de Março
Vogue, 28 de Março